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Educando o bebê…
Aqui vou deixar um pouquinho da minha experiência, juntamente com umas dicas de uma matéria lida – “Dicas para educar bebês” – que eu achei sensacional! Então vamos lá: sabemos que hoje a correria do dia-a-dia às vezes nos faz sentir um pouco culpadas, por achar que estamos dando menos do que deveríamos dar para os nossos filhos! E aí é preciso ter bastante cuidado, pois, querendo compensar esse sentimento de alguma forma, podemos acabar agindo de uma maneira que não ajudará em nada na educação dos nossos pequenos! É preferível nos esforçar e achar mais tempo para ficar com eles e não deixar de ser firmes em relação à educação dos mesmos! Na verdade, temos que ter muita sabedoria para entender se naquela hora na qual seu bebê está chorando ou exigindo sua atenção de alguma forma, ele realmente precisa de você por algum motivo! Difícil? Sim… rsrs! Mas com o tempo você será capaz de compreender cada reação do seu filho! Abaixo, algumas dicas bem legais, que podem nos ajudar bastante na educação dos nossos pimpolhos:
1 – Não use a lógica do adulto: argumentos complexos ou longas explicações estressam e confundem a criança. Use frases curtas e enfatize duas ou três palavras-chave.
2 – Seja coerente: a forma de dizer algo pode ser mais importante do que as palavras utilizadas. Abuse dos gestos, das expressões faciais. Harmonize o tom de voz!
3 – Aceite os sentimentos da criança: ela deve se sentir compreendida! Assim a criança se acalma. Faça seu filho perceber que você entendeu por que ele está aborrecido. Aceite suas razões e, aos poucos, vá passando pra ele alguns jeitos para resolver a situação. Por exemplo: “Filho, sei que você quer aquele jogo, mas agora é a vez do João, espere um pouco”.
4 – Não seja agressivo: aquele tapinha no bumbum ou na mão, que julgamos inofensivo, deve ser evitado a todo custo. Quando batemos, servimos de modelo para que a criança também se torne agressiva e passe a usar as mãos em vez de tentar elaborar argumentos e negociar cada impasse.
5 – Afaste as tentações: se o bebê já é capaz de engatinhar, coloque mais para o alto as peças que são muito estimadas por você e que podem chamar a atenção do bebê pelo brilho e pela cor. Não entenda que toda a casa deve ser modificada, mas algumas coisas podem ser trocadas de lugar.
6 – Distraia a criança: pegue o seu brinquedo favorito e mostre a ela quando ela estiver prestes a destruir a correspondência ou rasgar a primeira página do jornal. Assim, você evita sair correndo e gritando “não”.
7 – Respeite o sono: criança cansada pode ser sinônimo de mau comportamento. Geralmente ficam impacientes e costumam ter mais ataques de birra. O ideal é que, além de dormir entre dez horas e meia e 12 horas à noite, ela ainda possa fazer um descanso durante o dia.
8 – Estabeleça horários e os siga: evite quebrar a ordem das atividades estabelecidas para o seu bebê.
9 – Dê uma distância saudável: em situações normais (ausência de doença ou de alguma situação em especial), deixe a criança experimentar um pouco mais de liberdade e “solidão”. Tente, por exemplo, deixá-la brincando sozinha por alguns poucos minutos. Fique de olho, mas evite manter contato visual. Aprender a estar bem consigo mesmo é uma aquisição importante para o futuro.
10 – Estabeleça consequências: as regras devem ser claras e simples e avise qual é o castigo para desobediências. Sempre que uma regra for quebrada, cumpra o que disse imediatamente. Mas não use castigos ou privações exageradas para pequenas traquinagens, como colocar os pés calçados sobre o sofá.
11 – Não faça chantagens: não use de frases assim – “vou embora”, “não gosto mais de você” . Isso pode trazer insegurança para seu filho. Concentre-se em reprovar o comportamento inadequado sem fazer do seu amor por ele um objeto de barganha.
12 – Critique os atos, não a criança: jamais diga, por exemplo, que seu filho é mau, preguiçoso ou mentiroso. Ele pode se convencer disso e pode começar a agir de acordo com esse rótulo. Centre sua reprovação sobre a atitude de que não gostou. Por exemplo: “Não puxe o rabo do cachorro porque isso machuca”.
13 – Ofereça alternativas: se o pequeno está prestes a lançar uma bola em direção à janela do vizinho, vale sair correndo e interromper o desastre. Mas sempre explique em poucas e conhecidas palavras a razão do “impedimento”. O ideal é oferecer uma alternativa positiva, como jogar a bola para o outro lado.
Então… bem legal né? Essas dicas foram pinçadas de vários livros que ajudam as mamães em suas tarefas de educadoras! Alguns dos livros estão citados no texto de Cristiane Ballerini e Cynthia Costa, na matéria. Que tal conferirem?
http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/dicas-educar-seu-bebe-426417.shtml#

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